A campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência da República reafirmou o compromisso de garantir o poder de compra dos brasileiros por meio de reajustes no salário mínimo acima dos índices inflacionários. Em resposta a questionamentos sobre as diretrizes econômicas de um eventual governo, a equipe do senador do PL destacou que a medida visa compensar as dificuldades financeiras enfrentadas pela população durante a atual gestão petista.

De acordo com nota oficial enviada pela campanha, o plano de governo assegura a manutenção integral de aposentadorias, benefícios sociais e dos investimentos constitucionais nas áreas de saúde e educação. A estratégia surge como uma resposta direta às narrativas propagadas por opositores e aliados do governo Lula, que tentam associar a candidatura de Flávio a possíveis cortes em programas de assistência social.

Como já foi afirmado reiteradamente, não haverá corte em benefícios sociais ou nas aposentadorias dos brasileiros, e o salário mínimo será reajustado acima da inflação para repor as perdas ocasionadas pelo caos econômico do governo Lula.

Embora o programa protocolado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda não especifique a fórmula exata para o cálculo do aumento real, a promessa sinaliza uma prioridade na recuperação econômica das famílias. Diferente do período de gestão de Jair Bolsonaro, focado na responsabilidade fiscal extrema e no cumprimento da atualização inflacionária obrigatória pela Constituição, a proposta de Flávio busca introduzir um ganho adicional recorrente ao piso nacional.

Atualmente, o governo federal utiliza um modelo que soma a inflação ao crescimento do PIB, com teto de 2,5%. A campanha de Flávio, contudo, ainda não detalhou se adotará um critério fixo anual ou se os reajustes serão negociados conforme a conjuntura econômica. A prioridade declarada é blindar o trabalhador e o aposentado contra a desvalorização da moeda, mantendo o equilíbrio das contas públicas sem prejudicar os serviços essenciais.