O Palácio do Planalto intensificou nas últimas 48 horas a articulação política para garantir os votos necessários à aprovação da reforma administrativa.
"Não há plano B. Ou votamos agora, ou o tema morre neste ano legislativo", afirmou um líder governista sob reserva.
A equipe econômica calcula que o texto pode gerar economia relevante nos próximos dez anos, mas enfrenta resistência de categorias do funcionalismo.
Nos bastidores, três partidos condicionam apoio à liberação de emendas e à revisão de dispositivos sobre estabilidade.

